Literatura Erótica
Não é de hoje que as coisas são baseadas em sexo e nem é de hoje que tudo que é sobre o tema faz enorme sucesso. Se hoje as acompanhantes de luxo de Brasília e do resto do Brasil já conseguem se manter na sociedade tem seu grito de liberdade mais ouvido, a literatura erótica mostra alguns pontos chave desse processo em todo o mundo pela visão de diversos escritores. A libertinagem é tema amplamente debatido, mas alguns países como a França e a Holanda sempre encararam de maneira mais natural a circunstância.
  • Os 120 dias de Sodoma – Foi escrito por Marquês de Sade, que empresta, inclusive seu nome pra o termo conhecido como Sadismo. Há séculos que os livros dele causam furor ao serem lidos. Esse livro é uma escola detalhada de orgia, quando quatro homens decidem viver um resumo de libertinagem com 46 pessoas durante quatro meses. É um clássico que não é facilmente encontrado nas livrarias.
  • A Vênus das Peles – Escrito por Sacher Masoch. Não te faz lembrar um termo não? Masoquismo é baseado no ritmo literário desse mestre do erotismo. Foi escrito em 1870 e detalha de maneira bastante rica a experiência sexual nesses formatos. É uma fantástica obra que jamais pôde ser vendida para menores de 18 anos.
  • Lolita – Esse talvez uma das histórias mais representadas no cinema. O livro é de 1955 e traz a história da menina de 12 anos que é precoce sexualmente e tem no seu padrasto o fetiche mais controverso da história. É um livro que dificilmente seria aceito pela sociedade de hoje, mas que faz sucesso até hoje.
  • O elogia de madrasta – Escrito por Mário Vargas Llosa, é uma obra de primeira que mostra o amor inocente, de forma contraposta, quando a protagonista do livro, Dona Lucrécia, se mostra uma mulher sensual e que se apaixona pelo filho de seu marido, Fonchito.
  • Trópico de Câncer - Publicado em 1934, por ser praticamente pornô, foi abolido das prateleiras americanas, voltando a ser comercializado após 1960. É um clássico de Henry Miller que faz sucesso em todo o mundo.
  • Pequenos Pássaros – É uma obra Anais Nin, uma autora francesa, que traz à tona histórias sobre sexualidade feminina, com tons explícitos do cenário feminista que, à época de sua publicação causaram impactos sociais.
  • A bibliotecária – É, ao melhor estilho 50 tons de cinza, uma história de dominação sexual que fez enorme sucesso ao trazer o fetiche de algumas profissões, como é o caso da Bibliotecária Regina Finch, que é jovem e muito bela. Foi escrita por Logan Belle.
  • Cem escovadas antes de ir para cama – Sucesso por aqui, foi escrita por uma italiana em 2003 que conta detalhadamente a sua história desde a perda da virgindade aos 15 anos até suas loucuras sádicas e de orgias homéricas, inclusive com homens casados.
  • História do Olho – Foi escrito por George Bataille é uma representação surrealista sobre as descobertas sexuais do autor com sua amiga.

O 10º é um clássico de um autor que beira a antologia

Charles Bukowski é um daqueles mitos mundanos. Suas histórias sempre irreverentes e muito erotizadas são aclamadas em todo mundo. A décima sugestão é na verdade a primeira. Mulheres é um clássico aonde Charles usa seu alter ego Henri Chinaski conta suas perversões. Buko, para os mais íntimos, não se limita a uma obra. É um mestre!

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