A escolha é sua!

Dúvidas... Durante anos da vida de qualquer pessoa batem dúvidas e questionamentos acerca de personalidade e caminhos a seguir. Para a maioria das pessoas, a criação mostra alguma direção. Normalmente as famílias preferem os meios tradicionais, ou seja, querem que os filhos estudem, conquiste êxito no mundo acadêmico e tenham um belo espaço no mercado de trabalho, assim, repetindo um método tradicionalíssimo.
Por fim, esses filhos constroem suas famílias e seguem o rumo de todos os outros. Isto é vontade própria ou incitação social? A pergunta cabe e as respostas vêm com o tempo. E para muitos, o caminho pode ser completamente diferente.
No caso das mulheres, o uso do corpo como uma das Acompanhantes Brasilia é considerado uma espécie de subemprego para muitos nichos sociais. Mas você concorda? A discussão é ampla e a cada dia que passa, as vontades são mais explícitas! Vamos abordar amplamente esse tema.

Qual a sua vocação, vontade?

A discussão, na verdade não tem início, meio, tampouco fim. Se formos analisar por precedentes, podemos citar Lola Benevutti, profissional do sexo por opção, de história amplamente explorada e que possui formação em letras. Entretanto, sua vontade é, de fato, viver da utilização do seu corpo como espaço de ganhos e de prazer sem culpa e assim ela fala sem pudores.
Muitas meninas desse meio são extremamente bem resolvidas, vivem com bastante conforte e conseguem não ter limites para suas formações acadêmicas. Muitas saem após isso, outras continuam pelo simples e profundo prazer. Há quem, inclusive, defenda regulamentação do ofício de profissional do sexo, afinal, não é possível se manter a vida inteira de forma clandestina e sem ter pra si os direitos trabalhistas concedidos a outros trabalhadores.
O Deputado Jean Wyllys é um dos que defendem esta temática e propõe na Câmara, a legalização do ofício. Muitas profissionais querem inclusive que tudo seja resolvido ainda para Copa do Mundo de 2014. Apesar do barulho que fazem, a sociedade civil parece que ainda não está preparada para tamanha mudança e muitos são contrários. Mas afinal, de quem deveria ser a palavra final sobre o tema?
A discussão é muito ampla. Você, mulher despojada, está disposta a encarar a sociedade e mostrar que você é quem manda nas suas ações e conseqüências, se é que deveria haver alguma? Você acha justo se submeter a vontade de terceiros para o uso de algo que só lhe diz respeito? Muito mais importante para a sociedade discutir e tornar ainda mais rígida seriam as investidas violentas contra as mulheres.

Siga seu caminho!

Não importa se você quer seguir algo socialmente não aceito. Se você tem uma vontade, uma necessidade, mas enfrenta o simples desconforto dentro de sua casa, o diálogo é fundamental. Quem mais do que você para julgar o que é bom para seus dias e para o seu futuro. A sociedade, de uma vez por todas, deveria perder essa vocação de interferir em assuntos privados e se esquivar aos públicos. E, se ainda assim houver resistência, a decisão é sempre sua, seja você enfermeira, médica, acompanhante, político ou gari. Siga o seu caminho.

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