Carnaval

Carnaval, a Festa das Fantasias! - Por GAP

 

Carnaval chegando, muita bebida, muita farra, solteiros pra todo lado, casais  em meio à festa pagã, casais com aquela dúvida do porquê estar namorando à véspera de tal festa, entre outros. As cidades carnavalescas, como as do interior do país ou as grandes como Salvador e Rio de Janeiro, vão deixando sua sexualidade aparecer à flor da pele. Dentre as variadas fantasias que serão neste carnaval, existe uma que, no interior de cada pessoa, desperta uma intensa curiosidade. E é sobre esta fantasia que falaremos desta vez: a troca de casal, mais conhecida como o 'swing'.

O 'swing' ocorre quando um casal faz sexo com o outro. Simples assim. Mas é bom alertar que existem práticas que podem ser confundidas com 'swing', mas que de fato não são troca de casal, que é o que ocorre com o 'ménage a trois' (sexo a três) e o voyeurismo (ver e excitar-se com a prática de sexo de outras pessoas). São duas boas possibilidades de prazer diferentes. Existem as casas de 'swing' que funcionam como espécie de boite/bar prontas para atrair os interessados 'aventureiros'. Nestas casas é possível encontrar boa música, bebidas diversas com preços um pouco mais salgados, variados ambientes e o local onde ocorre a troca de casal.

Não se assuste pensando nestas situações. Vale dizer que nestes locais nada é obrigatório. A casa pede respeito e então, permite-se tudo, mas não se obriga a nada. Por isso quem não quiser transar com outro casal não precisa. Mas nas casas procuradas só se pode adentrar o casal (homem-mulher). Um homem desacompanhado nunca pode. Isto ocorre para evitar farras, na maioria causadas por solteirões.

As casas de 'swings' faturam bem. Chegam a ter sua lotação máxima atingida em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. É uma atividade bastante procurada, considerada uma grande aventura para o casal. Muitos procuram a troca de casal para evitar a infidelidade. Um casal frequentador de uma casa de swing, que se identifica como Rafaela e Daniel, afirma que a maioria dos homens trai e muitas vezes traem pela necessidade de ter outras experiências com mulheres. Mas Daniel garante que isso não ocorre com eles, pois tudo que ele faz, sempre o faz na presença de Rafaela. Tal casal já está junto há um ano e meio, ela é estudante de Direito e ele, de Educação Física. Ambos estudam no Rio de Janeiro. O nosso hobby esquisito é este, é sair e querer trocar de casal. E, claro, ficarmos mais apaixonados ainda, diz Daniel. E a namorada não o deixa só: Se trocamos juntos, não traímos.

O público destas casas costuma ter entre 20 e 45 anos – de maneira geral – de acordo com Pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2007. O público com menos de 30 anos é novidade recente, sempre vêm, frequentam o ambiente, bebem, dançam e, se quiserem, partem para o ambiente personalizado pra troca de casal, diz o diretor de uma casa de 'swing' do Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com este diretor, os casais chegam a divulgar que 'swinger' de verdade é aquele onde as pessoas que vão são, de fato, casadas ou comprometidas. É possível encontrar outros locais onde se pratica o 'ménage a trois' e o 'voyeur', mas tais pontos não são especificamente a nossa casa de 'swing', afirma o diretor.

Em sua primeira vez numa casa de troca-troca em São Paulo, a estudante de Jornalismo Marcela disse que era tudo muito esquisito para sua compreensão, mas sentiu algo diferente (e excitante) e resolveu voltar mais vezes. Sempre fui 'voyeur'... Me excito com isso. Me excito vendo o sexo alheio. Um dia eu participo, ainda não tive a coragem, diz Marcela. É importante saber que só deve praticar quem diferencia sexo de afeto. O que se propõe no 'swing' é a quebra da exclusividade sexual, nunca do afeto fiel. O site Brasil Lovers As Mais Belas e Sensuais Acompanhantes de Brasília adianta que não é pra qualquer um quebrar esse paradigma. Entende-se que o 'swing' é o extremo da fidelidade, lembrando que aqui nada é escondido ou camuflado do parceiro. Por isso não há ciúmes.

O Site Acompanhantes Brasília Brasil Lovers orienta que é sempre importante que estes casais levem mais de uma camisinha para o caso de participarem de uma troca ou mais de uma numa noite. Afinal, a troca de fluidos é intensa durante a prática e existe sempre o risco de se contrair uma doença sexualmente transmissível. Ou seja, a camisinha usada deve ser descartada antes de se encarar o próximo parceiro ou mesmo voltar para o seu. E ae, vai participar?

Até a próxima matéria.

Postado por GAP - Equipe Brasil Lovers.

GAP é o novo integrante do site Brasil Lovers Acompanhantes em Brasília e ficará responsável pelas matérias exclusivas do site. Formado em jornalismo, adora uma sacanagem, freqüentador assíduo de casas de acompanhantes, massagens, swing e outras atividades deste mundo tão intenso e prazeroso.

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